Lindo Rincão
Letra: Correa Junior
Musica: Bento Mossurunga
Intérpretes: Coro da cidade de Ponta Grossa
Arranjo: GP Machado
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Virgem do Rocio com Marília Vargas
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Vem com Marília Vargas
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Tristeza do Pinheiro com Marília Vargas
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Sapecada com Marília Vargas
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Ondas do Iapó
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Banda Sinfônica do Col. Estadual do Paraná
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Lago do Igapó
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O Hino do Paraná é um dos símbolos oficiais do estado, ao lado da bandeira e do brasão e foi adotado por força do decreto-lei estadual nº 2.457, de 31 de março de 1947, tendo por autores:
Letra: Domingos Nascimento
Música: Bento Mossurunga
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BENTO MOSSURUNGA
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Bento João de Albuquerque Mossurunga (Castro, 6 de maio de 1879 — Curitiba, 23 de outubro de 1970) foi maestro e compositor brasileiro.
 
Bento era filho do tabelião João Bernardes de Albuquerque e de Graciliana Reis de Albuquerque. Foi registrado com um acréscimo em seu sobrenome: 'Mossurunga' (um simples apelido). Em casa, o ambiente era muito musical, pois seu pai e seu irmão tocavam viola e violão, enquanto suas irmãs tocavam órgão. Ainda pequeno aprendeu a tocar violinha sertaneja, tendo crescido entre violeiros populares e ouvindo música produzida por ex-escravos libertos que moravam numa colônia próxima à sua casa.
Em 1895 foi para Curitiba estudar piano e violino no Conservatório de Belas Artes. Além de estudar, trabalhava numa loja de chapéus e freqüentava o Grêmio Musical Carlos Gomes, tendo convivido com os compositores e músicos da época. Após um período de volta à terra natal (1897 - 1902), retornou a Curitiba e retomou seus estudos musicais, enquanto lecionava piano e apresentava-se num café-concerto.
 
No Rio de Janeiro
Em 1905, a revista carioca O Malho publicou sua valsa Bela morena, o que o incentivou a mudar-se para o Rio de Janeiro, onde começou a atuar como violinista no teatro de variedades Guarda Velha. Prosseguiu seus estudos no Instituto Nacional de Música, passando a integrar em 1907 a orquestra do Centro Musical, regida por Antônio Francisco Braga, como primeiro violino.
Sua carreira como maestro se iniciou em 1916 na companhia do Teatro São José, onde foi auxiliar do maestro José Nunes até a morte deste, quando então assumiu o cargo de diretor do teatro. No período de 1918 a 1922, Bento Mossurunga dirigiu ensaios, fez instrumentações e musicou operetas, revistas e burletas, de autores como Cardoso de Meneses, Viriato Correia e Gastão Tojeiro. Depois dessa fase, foi regente em diversos teatros cariocas, como o Lírico, o Apolo, o Carlos Gomes e o Recreio Dramático.
Ainda morando no Rio de Janeiro, casou-se com Belosina Lima em 21 de setembro de 1924.
 
De volta a Curitiba
Em 1930 voltou a Curitiba para dirigir um curso de música e trabalhar na Sociedade Musical Renascença. Fundou a Sociedade Orquestral Paranaense e passou a produzir para o teatro musicado e a compor hinos, canções e obras para orquestra. Em 1946 organizou, com um grupo de estudantes e músicos, a Orquestra Estudantil de Concertos, que em 1958 se transformaria na Orquestra Sinfônica da Universidade do Paraná.
Em 1947, seu Hino do Paraná, composto em 1903, tornou-se o hino oficial do Estado. Foi professor de canto orfeônico no Colégio Estadual do Paraná e de instrumentação na Escola de Música e Belas Artes do Paraná.
Sua obra popular, que inclui numerosos sambas, tangos, choros, marchas carnavalescas, valsas e mazurcas perdeu-se em grande parte. Musicou, entre outras, as seguintes peças:
•Gato, baeta, carapicu, revista de Cardoso de Meneses (em colaboração com Bernardo Vivas) (1920)
•Reco-reco, de Carlos Bittencourt e Cardoso de Meneses (1921)
•Olelê olalá, de Carlos Bittencourt e Cardoso de Meneses (em colaboração com Freire Júnior (1922)
Este senhor, eu conheci.
Um dia, alí no início da Av. Luiz Xavier, ví aquele senhor parado, pensativo, o olhar distante, um charuto pequeno, apagado por entre os dedos, e me aproximei. Eu já o tinha visto na Rádio Guairacá, quando lá trabalhei. No momento, estava montando a MASTER ESTÚDIO DE SOM, de propriedade da Agência de Publicidade CARBUS (2º andar), do radialista SECH JUNIOR, e dirigida por GILBERTO CADAMURO, no 10º andar do edifício ANA CRISTINA, na Praça Osório.
Num impulso, aproximei-me e falei: Maestro, que prazer conhece-lo pessoalmente. Sou um grande admirador de sua obra.
Olhou-me - pela minha idade, parecia duvidar de minha sinceridade - e agradeceu.
E agora, o que é que eu digo???
Simplesmente agradeci, pedi licença e saí correndo. Eu sabia que alí estava um dos grandes mestres da música do Paraná. Saí correndo e muito feliz pois havia conhecido, pessoalmente o grande Mestre BENTO MOSSURUNGA.
Wasyl Stuparyk ou Basílio Junior
O RÁDIO E A TELEVISÃO
DO PARANÁ